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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Conheça Ferrari que foi de Luciano Huck e que está no Ceará

Faz pouco mais de um mês que um empresário cearense que não quer se identificar comprou a Ferrari F355 Berlinetta, ano 1997. Antes a máquina pertenceu ao global Luciano Huck, marido da Angélica, que tem outras três mais novas e tinha posto o carro para vender em uma loja em São Bernardo do Campo (SP). Preço para vir ao Ceará: R$ 380 mil, à vista. Mais R$ 20 mil para o transporte. O IPVA deste ano, já pago, custou R$ 13 mil. Custo do seguro anual: R$ 35 mil.

Esse volante poucos podem dirigir



Este repórter não resistiu e também se deixou fotografar
Algumas voltas pela cidade, nos bairros Cidade 2000, Meireles e Aldeota e a constatação: o carro em si é uma celebridade. Motoristas dirigindo puxavam seus celulares e não se cansavam de fotografar. Uma parada breve numa churrascaria e mais de 50 pessoas pediram para fotografar, incluindo, é claro, as crianças, muitas crianças.

O consumo do carro: 3 km/litro. Também, com o motor V8 central, dois lugares e transmissão com seis marchas com impressionante arranque.

Saiba mais

A Ferrari F355 é foi construída pela marca de maio 1994 a 1999. É uma evolução do Ferrari 348, e foi substituído pelo Ferrari 360. Seguindo a linha de sucesso dos modelos de entrada da marca, a F355 é coup V8 de motor central e dois lugares. Uma das principais diferenças entre o V8 do 348 e do F355 foi o aumento do deslocamento de 3.4 a 3.5 litros, além do aumento no número de válvulas, passando para cinco ao total (três de admissão e duas de exaustão). E é este um dos motivos do nome da 355, nos quais os dois primeiros dígitos se referem a capacidade cúbica, em litros, do motor. E o último dígito faz referência ao uso das cinco válvulas por cilindro.
Com 3496 cc, a Ferrari se viu obrigada a aumentar o diâmetro e curso para 85 x 75 mm, respecitivamente. Como seus predecessores e descendentes, o F355 é um carro razoavelmente comum (para um Ferrari) com as 11 273 unidades produzidas.
No lançamento, dois modelos estavam disponíveis: o coupe Berlinetta, e o targa GTS.

Ficha Técnica

Motor: Traseiro-central, 3.5 litros, 8 cilindros em “V” a 90º, 40 válvulas DOHC, injeção integral Bosch Mono-Motronic M5.2
Cilindrada: 3496 cm³
Taxa de compressão: 11,0:1
Diâmetro X Curso: 85,0 mm X 77,0 mm
Potência: 380cv (375hp) @ 8250 rpm
Torque: 37,0 kgfm @ 6000 rpm
Aceleração: (0 – 100 km/h) 4,6 s
Velocidade máxima: 295 km/h
Câmbio: Manual de 6 marchas
Pneus: Dianteiros: 225/40 ZR 18 — Traseiros: 265/40 ZR 18
Rodas: Dianteiras: 7.5J X 18″ — Traseiras: 10J X 18″
Comprimento: 4249 mm
Largura: 1900 mm
Altura: 1171 mm
Entre-eixos: 2451 mm
Peso: 1444 kg

blogs.diariodonordeste.com.br
André Marinho

domingo, 30 de janeiro de 2011

Cuidados ao passar em ruas alagadas

Com o grande volume de chuva em várias cidades do Brasil, muitos motoristas têm enfrentado alagamentos nas vias que resultaram em danos aos veículos, e até mesmo situações de risco à vida. Abaixo, dez recomendações para o motorista preservar o veículo em áreas alagadas1. Caso o motor morra durante a travessia, jamais tente dar a partida, mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico.
2. Observe a altura do nível de água do trecho alagado, a maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias, não podendo exceder o centro da roda.
3. É prudente que o veículo, durante o alagamento, seja dirigido em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante ao motor, em torno de 2.500 RPM, o que diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, dificultando sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo.
4. No caso de veículos equipados com transmissão automática, a troca de marchas deve ser feita manualmente, selecionando a posição “1”. Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, sendo possível imprimir uma rotação maior ao motor. Outra possibilidade é manualmente alternar a troca de marchas entre “N” e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado, sem descuidar da rotação do motor, sempre em torno de 2.500 RPM.
5. Alguns veículos automáticos oferecem como opcional o ajuste da tração, conhecido como “WINTER” ou “SNOW”. Embora sua função seja a de conferir maior segurança durante trechos de baixa aderência, como neve ou lama, evitando que o veículo patine graças ao bloqueio do diferencial, também deve ser utilizado durante alagamentos, pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor.



6. Mantenha a calma nos casos em que, durante a travessia, sejam constatados sintomas como o aumento de esforço ao esterçar (direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e ABS (se disponível) acesas, aumento do esforço ao acionar os freios e interrupção do funcionamento da tração 4 X 4 (veículos diesel), pois provavelmente todo esse quadro é causado pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (veículo diesel), sendo, na maioria das vezes, um fato passageiro que não impede a dirigibilidade. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados.
7. É recomendado desligar o ar condicionado, reduzindo assim o risco de calço hidráulico. Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes, apresentam maiores riscos de sofrer calço hidráulico; por isso, é aconselhável manter a originalidade da montadora. Se o veículo estiver nessas condições, redobre a atenção aos procedimentos sugeridos.
8. Para os casos mais sérios de alagamentos, é recomendado preventivamente fazer um check-up, corrigindo, por exemplo, possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, mas que posteriormente podem gerar grandes transtornos.
9. Pode haver, entre outros, a contaminação do cânister, do óleo da transmissão, do(s) eixo(s) diferencial(is), no caso de veículos com tração traseira ou mesmo quatro por quatro, o que determina a redução da vida útil dos componentes integrantes desses conjuntos, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, suspensão e freios. Para combater os efeitos dessa possibilidade, é recomendável encaminhar-se rapidamente até uma oficina e solicitar a avaliação desses itens.
10. Havendo travessias consecutivas de alagamentos, recomenda-se uma limpeza do sistema de ventilação, pois estará sujeito à contaminação por fungos, microorganismos e bactérias, demandando limpeza de todo o sistema para a utilização segura.

CESVI BRASIL
Fundado em 1994, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) é o único centro de pesquisa brasileiro dedicado à segurança viária e veicular e à disseminação de informação técnica para o setor e também para a sociedade. Foi o primeiro centro da América Latina e é membro do RCAR (Research Council for Automobile Repairs), um conselho internacional de centros de pesquisa com os mesmos objetivos.

Para conhecer as atividades do CESVI, acesse www.cesvibrasil.com.br, e também acompanhe as novidades pelo Twitter em: www.twitter.com/cesvibrasil

The new Porsche museum in Stuttgart Germany

Museu revela história da Porsche

Quem viaja para a Europa e para a Alemanha, deve dar uma paradinha em Stuttgart para uma visita imperdível no Museu Porsche. Com 300 modelos e três temas, é imperdível para quem gosta de história automotiva. A exposição é dividida em três espaços: Espírito Porsche, o Ícone 911 e a História dos Carros de Corrida. No início de 2009 o Museu teve uma reforma imensa. São 5600m² de área. Ele veio substituir um antigo, e pequeno, museu que tinha capacidade apenas para 20 carros, e seu custo de construção foi de € 100 milhões! No final das fotos, confira vídeo com detalhes do Museu!





André Marinho, Blog Diário Nordeste.

domingo, 9 de janeiro de 2011