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domingo, 27 de março de 2011

Puma, imagens achadas na internet.








Confira itens de inflação do carro

Em apenas dois meses a Inflação do Carro da Agência AutoInforme atingiu 2,3%, com alta em fevereiro de 1,44%. O alto índice, no entanto, não é resultado de aumento generalizado do custo para o motorista manter o carro e fazer a manutenção preventiva, mas sim uma distorção do preço do álcool, que ocorre no fim e no início de cada ano.

Observe no gráfico da Inflação do Carro do ano passado e veja que existe uma alta acima da média nesses períodos, sempre por causa do aumento do preço do álcool.

A partir de março, e até agosto, a inflação perde a força, ás vezes registrando deflação. A grande influência do álcool na composição do índice é em razão da participação do combustível na cesta de produtos e serviços, que é de 31,4%.

O alinhamento de direção e o estacionamento por duas horas foram os itens que mais subiram de preço em fevereiro depois do álcool. Esses dois itens são responsáveis também pelas maiores altas no ano: 4,58% e 2,52% no acumulado janeiro e fevereiro, respectivamente.

Participação na cesta de produtos da Inflação do Carro
(fevereiro de 2011)

Itens Gasto mensal Variação % Acumulado % Participação %
Combustiveis 295,19 3,24 3,38 31,39
Peças 160,91 0,34 1,28 17,11
Serviços 236,48 0,89 2,12 25,14
Ipostos 46,80 0,00 6,09 4,98
Seguro 201,10 0,70 0,94 21,38
total 940,49 1,44 2,30 100,00

Fonte: Agência AutoInforme

Itens que mais subiram de preço
Fevereiro 2011

Itens Variação
mensal % Variação
acumulada%
Álcool 4,49 4,55
Alinhamento 3,40 4,58
Estacionamento p/ 2 horas 1,67 2,52

Fonte: Agência AutoInforme

Itens que mais caíram de preço
Fevereiro 2011

Itens Variação
mensal % Variação
acumulada %
Limpeza do bico injetor -1,73 -1,33
Lavagem simples -1,27 1,31
Lona de freio -1,08 1,48
André Marinho

sábado, 26 de março de 2011

JAC J3 em detalhes - NoticiasAutomotivas.com.br

JAC J3 - Comportamento na cidade - NoticiasAutomotivas.com.br

Fiat 147 : O pioneiro brasileiro




Na foto acima, segue o Spazio, que parou em 1984, deixando lugar para o Uno.
Quando a Fiat decidiu se instalar no Brasil, no início dos anos 70, sabia que terias pela frente VW, Ford e GM com operações consolidadas, investimentos amortizados e intimidade com o mercado.

Para definir o carro que lançaria, a Fiat recorreu às pesquisas. Elas revelaram que o brasileiro carecia de um carro moderno, de perfil familiar, ágil no trânsito e, principalmente, econômico. Enfrentar o VW Fusca, que reinava nas ruas, era difícil, mas os estudos mostravam que o brasileiro já considerava o Besouro um pouco defasado.

A solução foi partir do Fiat 127 italiano, sucesso na europa desde 1971. A empresa trouxe algumas unidades do 127 em 1974 para ver como se comportaria encarando o calor, as estradas de terra e as ruas esburacadas locais. Após rodar por aqui, os carros voltaram à Itália para ser examinados. E a conclusão dos italianos foi de que o 127 poderia ser vendido no país, mas só após de passar por transformações.

A fábrica de Betim foi inaugurada em julho de 1976 e nosso 147 chegou no fim do ano, como linha 1977. Logo criou fama pela racionalidade do projeto, de dimensões compactas por fora e amplas por dentro, e pelas inovações, como o motor transversal refrigerado a água, com comando de válvulas no cabeçote. O estepe ficava no cofre do motor, liberando o porta-malas para atingir 440 litros. O 147 também tinha estabilidade nas curvas e o motor de 1049 cm³ e 57 cv era valente e bebia pouco.

A família cresceu em 1978, com a pick-up e as versões GLS (foto) e Rallye, com motor 1.3 de 61 cv. Em 1980, ganhou frente toda nova - os anúncios o chamavam de "Fiat Europa". Na época, chegava a perua Panorama, mas o Spazio, em 1982, trouxe novidades: o 147 mudou por fora e por dentro. O Spazio parou em 1984, abrindo espaço para o Uno. Mas a Fiat conservou as versões de entrada C e CL até 1987.
Carros antigos blogger.